Brasil

Pagamento em moeda local reduz conversão extra em viagens ao exterior

Escolher a moeda local na maquininha ou no caixa eletrônico pode evitar uma conversão adicional feita pelo estabelecimento durante viagens internacionais. A opção, porém, não elimina tarifas de câmbio, impostos ou custos cobrados pelo emissor do cartão, segundo a CNN Brasil.

Por · 1 de novembro de 2026 às 06:33

Esta matéria foi produzida com auxílio de inteligência artificial a partir das fontes citadas e passou por verificação automatizada de afirmações. Como verificamos.

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A conversão dupla ocorre quando uma compra no exterior é convertida primeiro para reais pelo terminal e depois processada pela rede do cartão. Para reduzir esse risco, a orientação é selecionar a moeda do país — como euros na zona do euro, dólares nos Estados Unidos e ienes no Japão — e conferir o valor antes da confirmação.

A escolha não impede outras cobranças. A taxa de câmbio, o spread, os impostos e eventuais tarifas dependem do produto financeiro utilizado e das regras do emissor ou da rede do cartão.

A Global Account do Inter, conta digital em dólar disponível pelo Super App para clientes elegíveis, permite pagamentos presenciais e on-line, além de saques em caixas eletrônicos compatíveis. Mesmo com saldo em dólares, o cartão global pode ser usado em países que adotam outras moedas; quando o terminal oferecer a alternativa, o usuário pode recusar a conversão direta para reais.

Segundo as condições informadas pelo banco, a conversão de reais para dólares tem spread de até 0,99%, com variação conforme o relacionamento do cliente, e IOF de 3,5% na compra de dólares. Também há IOF de 0,38% no resgate do saldo.

Para transações em moeda diferente do dólar, o Inter informa tarifa de 1% desde 4 de setembro de 2026 para operações com o cartão global de débito ou crédito. A fonte recomenda comparar o custo total, acompanhar os lançamentos e verificar as condições do cartão antes de usar o serviço.

Fonte: CNN Brasil

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