

Reino Unido orienta famílias a estocar alimentos diante de possível El Niño extremo
A secretária britânica Angela Eagle pediu que a população mantenha estoques de comida para enfrentar possíveis impactos de um El Niño que, segundo ela, pode ser o maior já registrado. O fenômeno deve provocar verões mais secos, invernos mais chuvosos e tempestades mais intensas no país.
A secretária do Meio Ambiente, da Alimentação e de Assuntos Rurais do Reino Unido, Angela Eagle, recomendou que as famílias comecem a armazenar alimentos como medida de preparação para o fenômeno climático. Há expectativa de que o episódio possa ser o maior dos últimos 1.000 anos e dure até 2027.
Em entrevista ao jornal The Guardian, publicada em 3 de setembro de 2026, Eagle afirmou que o país pode enfrentar condições climáticas mais extremas. Ela também defendeu que os moradores mantenham alimentos suficientes para o período até a chegada de serviços de emergência, caso sejam necessários.
O El Niño é associado ao aquecimento anormal das águas superficiais do Pacífico Equatorial, próximo às costas de Peru e Equador. A mudança altera a circulação da atmosfera e pode modificar a distribuição de ventos, nuvens e chuvas em diferentes regiões do planeta.
Segundo o The Guardian, o governo britânico prioriza medidas de resiliência climática depois do verão mais quente já registrado no Reino Unido. Uma campanha prevista para os próximos meses deverá orientar as famílias a estocar alimentos enlatados e adotar medidas de preparação para eventos extremos.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em 4 de setembro de 2026 que o país está preparado para enfrentar o El Niño. Segundo ele, o governo se prepara há mais de um ano e contratou pessoal, comprou veículos e aviões e organizou estoques de alimentos para regiões que eventualmente enfrentem falta de abastecimento.
Fonte: Poder360
Informação que importa, direto do Fato Inteiro.
Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

