Redução do desmatamento evitou emissões equivalentes às do Japão, diz ministro
Foto: © Tânia Rêgo/Agência Brasil · Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
Brasil

Redução do desmatamento evitou emissões equivalentes às do Japão, diz ministro

O ministro João Paulo Capobianco afirmou que a queda do desmatamento na Amazônia e no Cerrado, entre julho de 2025 e julho de 2026, evitou emissões equivalentes às emitidas pelo Japão em um ano. Segundo ele, o resultado ajudou a reduzir os impactos dos incêndios florestais recentes.

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Por Redação Fato Inteiro · 28 de outubro de 2026 às 13:33
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O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, atribuiu aos avanços no combate ao desmatamento a redução dos impactos que poderiam ser causados pelos incêndios florestais recentes. A declaração foi feita no programa Bom Dia Ministro, do CanalGov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Segundo Capobianco, a redução do desmatamento na Amazônia e no Cerrado entre julho de 2025 e julho de 2026 correspondeu a emissões evitadas equivalentes às emitidas pelo Japão em um ano. Ele também citou quedas de 41,8% na Amazônia, a menor taxa desde 1988, e de 23,8% no Cerrado.

Os números mencionados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento por Satélite (Prodes), divulgados no dia 16. O ministro afirmou ainda que houve redução do desmatamento nos seis biomas brasileiros em 2025.

Capobianco informou que ações conjuntas dos governos federal, estaduais e municipais contiveram focos de calor no Amazonas. No Pará, segundo ele, as medidas continuam e já extinguiram 361 grandes incêndios florestais. As polícias Federal, Rodoviária Federal e forças de segurança local investigam a origem dos incêndios, com indícios de ação humana, de acordo com o ministro.

Ele também afirmou haver uma correlação entre o aumento dos focos de calor e o período eleitoral, mas disse que caberá à Polícia Federal esclarecer se isso foi uma coincidência ou uma ação proposital. Capobianco disse que alguns suspeitos foram presos pela Polícia Militar do Amazonas e que, conforme cada caso e os crimes cometidos, os responsáveis podem estar sujeitos a penas que somam até quatro anos de reclusão.

Fonte: Agência Brasil — últimas notícias

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