Likud expõe Erdogan e Mamdani em cartazes de campanha de Netanyahu
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Likud expõe Erdogan e Mamdani em cartazes de campanha de Netanyahu

O partido Likud, do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, divulgou cartazes com políticos e autoridades que, segundo a legenda, querem sua derrota nas eleições de 27 de outubro. Entre os citados estão Recep Tayyip Erdogan, Mojtaba Khamenei, Naim Qassem e Zohran Mamdani.

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Por Redação Fato Inteiro · 29 de agosto de 2026 às 15:06
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A campanha do Likud espalhou cartazes e outdoors com as imagens do presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei; do chefe do Hezbollah, Naim Qassem; e do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani. A peça exibe o logotipo do partido e afirma: “Eles querem que Netanyahu perca. Não deixe que eles vençam”.

Erdogan tem criticado a ofensiva israelense na Faixa de Gaza. As relações entre Turquia e Israel se deterioraram após a interceptação, por Israel, de uma flotilha de ativistas vinda da Turquia e destinada a levar ajuda humanitária ao enclave palestino.

Em 18 de agosto, Israel realizou uma ofensiva contra a base aérea de Abu al-Duhur, no norte da Síria. Segundo a fonte, a ação teve como alvo uma mobilização militar turca na região, considerada uma ameaça pelo governo de Netanyahu. Em 21 de agosto, o gabinete do premiê chamou Erdogan de “tirano antissemita que oprime seu próprio povo” em uma publicação no X.

Mamdani também critica a atuação de Israel na Faixa de Gaza. Em julho, chamou Netanyahu de “criminoso de guerra” e disse que o premiê “deveria estar em Haia”. Netanyahu respondeu acusando o prefeito de Nova York de estimular o antissemitismo e relacionou suas posições ao receio relatado por judeus que vivem na cidade.

A eleição israelense foi confirmada em julho, depois de o Parlamento aprovar sua dissolução em maio. O pleito ocorrerá enquanto Netanyahu responde a um processo por corrupção. Pesquisas citadas pela Reuters indicam que a atual coalizão nacionalista e religiosa perderia a maioria parlamentar, embora a oposição ainda não tenha formado uma alternativa com maioria suficiente para governar.

Fonte: Poder360

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