Wilson Grassi defende novas moedas e indicações de trabalhadores ao STF
Reprodução/Poder360
Brasil

Wilson Grassi defende novas moedas e indicações de trabalhadores ao STF

Candidato à Presidência pelo Democrata também propôs combater a violência por meio de medidas contra a pobreza e questionou a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro.

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Por Redação Fato Inteiro · 2 de setembro de 2026 às 10:29
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Wilson Grassi, candidato à Presidência pelo Democrata, falou ao Poder360 sobre seu plano de governo e as eleições de 2026. A entrevista foi realizada ao vivo na terça-feira (1º de setembro de 2026).

Grassi defendeu a indicação de trabalhadores de diferentes profissões, como pedreiros, empregadas domésticas, motoristas de ônibus e professores, para o Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, se o tribunal tem caráter político, seus integrantes não precisariam ser necessariamente advogados.

O candidato também propôs a criação de duas moedas além do real: a moeda vermelha, associada a medidas de esquerda, e a moeda amarela, ligada a propostas de direita. Pela ideia apresentada, cada pessoa poderia escolher qual moeda usar.

Na segurança pública, Grassi afirmou que o combate à violência deve partir do enfrentamento da pobreza, com melhorias nas condições de moradia e alimentação. Ele também questionou por que os eleitores teriam de escolher apenas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro.

Sobre a suspensão de sua campanha, atribuída no texto ao ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, Grassi disse que pretende correr uma maratona por dia ao redor do TSE até que a decisão seja revertida. Ele tem 56 anos, é veterinário, empresário e fundador do Projeto Ambientalistas.

Fonte: Poder360

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