Segurança e legado de Lula e Bolsonaro dominam debate entre Tarcísio e Haddad
Reprodução/Valor Econômico
Brasil

Segurança e legado de Lula e Bolsonaro dominam debate entre Tarcísio e Haddad

Governador e candidato à reeleição e ex-ministro trocaram acusações sobre crime organizado em São Paulo e levaram ao confronto temas nacionais, como pandemia e política fiscal.

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Por Redação Fato Inteiro · 30 de setembro de 2026 às 00:05
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A segurança pública e a atuação do crime organizado em São Paulo abriram o debate promovido pela TV Globo entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), realizado nesta terça-feira (29). Os dois candidatos ao governo paulista também discutiram os governos Lula e Bolsonaro e a situação fiscal do país.

Haddad afirmou que o Comando Vermelho estaria avançando no Estado e citou a prisão, em Praia Grande, de dois homens apontados como chefes da facção. Tarcísio respondeu mencionando a participação de Haddad em um evento com uma liderança ligada ao PCC e a prisão do vereador Senival Moura, eleito pelo PT em São Paulo.

O candidato petista também criticou o governador por ter pedido votos aos filhos do ex-vereador Milton Leite, preso sob suspeita de envolvimento com uma facção criminosa. Tarcísio disse que sua relação com a família Leite sempre foi institucional e afirmou que os integrantes não têm atuação no governo paulista.

No primeiro bloco, Tarcísio associou o PT à Operação Lava-Jato ao tratar de obras do metrô. Haddad, por sua vez, criticou a atuação de Bolsonaro durante a pandemia e afirmou que Lula teria agido de forma republicana com São Paulo. O governador citou a gestão do prefeito Ricardo Nunes e questionou qual teria sido a herança deixada pela administração de Haddad na capital.

A política fiscal também foi tema do confronto. Tarcísio questionou Haddad sobre a necessidade de ajuste fiscal e de mudança de rota no governo federal. O petista respondeu que pagou uma dívida atribuída ao governo Bolsonaro com São Paulo e defendeu uma taxa Selic menor, mencionando que ela estava em 13,75% ao ano, conforme o trecho da fonte.

Fonte: Valor Econômico

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