Sarampo: sintomas, riscos e como funciona a vacinação
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Brasil

Sarampo: sintomas, riscos e como funciona a vacinação

Alerta do Ministério da Saúde apontou risco de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil em 2026. Doença é altamente contagiosa e pode causar complicações graves, especialmente em crianças.

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Por Redação Fato Inteiro · 16 de agosto de 2026 às 07:25
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O Ministério da Saúde emitiu, em junho de 2026, um alerta sobre o risco de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil devido ao fluxo de viajantes para a Copa do Mundo de 2026. No mesmo mês, o órgão recomendou a chamada dose zero da vacina tríplice viral para crianças de 6 a 11 meses.

Segundo os trechos divulgados, a Secretaria de Saúde de São Paulo confirmou pelo menos 23 casos de sarampo em 2026. A doença é transmitida pelo ar, durante tosse, espirro, fala ou respiração. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a 90% das pessoas próximas que não estejam imunes.

Os principais sinais são manchas vermelhas pelo corpo e febre acima de 38,5 ºC, acompanhadas de tosse seca, irritação nos olhos e mal-estar intenso. As manchas costumam surgir entre três e cinco dias depois, inicialmente no rosto e atrás das orelhas, antes de se espalharem.

A febre persistente é um sinal de alerta, sobretudo em crianças menores de 5 anos. Entre as possíveis complicações estão pneumonia, otite média aguda e encefalite. O diagnóstico pode ser clínico, mas a confirmação considerada ideal é laboratorial, com amostras de sangue, secreções e urina.

Não há tratamento específico para o sarampo. A orientação é procurar um serviço de saúde e não usar medicamentos sem avaliação médica. Em casos sem complicações, recomenda-se manter a hidratação, o suporte nutricional e controlar a elevação da temperatura; antibióticos só devem ser usados quando houver indicação médica para infecções secundárias.

A vacinação é a principal forma de prevenção. Na rotina, pessoas de 12 meses a 59 anos têm indicação de imunização, conforme idade e situação epidemiológica. O esquema de rotina prevê duas doses a partir dos 12 meses; em situações de risco, uma dose pode ser aplicada a partir dos 6 meses, mas ela não substitui as duas doses previstas posteriormente. As vacinas disponíveis incluem a tríplice viral e a tetraviral.

Fonte: Poder360

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