Psiquiatra orienta sobre como lidar com o luto no Dia de Finados
O Dia de Finados pode intensificar lembranças e emoções relacionadas a perdas. Em orientação publicada pela CNN Brasil, a psiquiatra Elaine Bida afirma que o luto não tem prazo fixo e deve respeitar o tempo de cada pessoa.
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Segundo a CNN Brasil, a data de 2 de novembro é marcada por visitas a cemitérios, orações e homenagens a pessoas que morreram. Para quem vivencia o luto, o período pode provocar tristeza, saudade, sensação de vazio e dificuldade para retomar atividades.
A psiquiatra Elaine Bida orienta que não existe uma fórmula única para enfrentar a perda. Algumas pessoas preferem conversar sobre quem morreu, enquanto outras ficam mais reservadas; por isso, ela recomenda respeitar as oscilações emocionais sem transformar a recuperação em cobrança.
Entre as medidas apontadas estão permitir-se sentir a saudade, preservar boas lembranças e manter contato com familiares e amigos. Fotografias, músicas, histórias e tradições familiares podem ajudar a manter viva a memória da pessoa que morreu, segundo a especialista.
Bida também recomenda retomar gradualmente a rotina, incluindo trabalho, encontros, atividades físicas e pequenos hábitos, sempre respeitando os próprios limites. “Seguir em frente não significa esquecer”, afirma a psiquiatra, ao destacar que é possível viver novas experiências sem deixar de valorizar a história compartilhada.
A busca por acompanhamento profissional pode ser necessária quando a tristeza persistente compromete atividades cotidianas. Isolamento intenso, perda de interesse, dificuldade de retomar a rotina e sofrimento incapacitante são citados como sinais de atenção pela especialista.
Fonte: CNN Brasil
