Petrobras confirma petróleo na Foz do Amazonas; CVM abre processo contra BB
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Brasil

Petrobras confirma petróleo na Foz do Amazonas; CVM abre processo contra BB

A Petrobras confirmou a descoberta de petróleo na bacia da Foz do Amazonas, no Amapá. A CVM também instaurou processo contra dirigentes do Banco do Brasil por declarações consideradas excessivamente positivas.

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Por Redação Fato Inteiro · 18 de agosto de 2026 às 08:40
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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, confirmou a descoberta de petróleo na bacia da Foz do Amazonas, no Amapá. Segundo Clarice Coppetti, diretora de assuntos corporativos da companhia, os investimentos na perfuração do primeiro poço, chamado Morpho, chegaram a US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão.

A Comissão de Valores Mobiliários instaurou processo administrativo sancionador contra a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, e o vice-presidente financeiro, Geovanne Tobias. O caso envolve possível infração ao artigo 15 da Resolução CVM nº 80/2022, por “dar declaração excessivamente positiva, podendo induzir o investidor a erro”.

A Braskem Idesa, empresa conjunta da brasileira Braskem com o Grupo Idesa, do México, pediu recuperação judicial nos Estados Unidos, pelo mecanismo conhecido como “Chapter 11”. A companhia chegou a acordos com credores e acionistas para reduzir a dívida em mais de US$ 920 milhões.

A Eneva notificou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis sobre possíveis indícios de hidrocarbonetos no bloco AM-T-85, no Amazonas. A comunicação foi feita na semana passada.

A Ecopetrol Investimentos, controlada pela colombiana Ecopetrol, concluiu a aquisição do controle da Brava Energia. Já a Axia Energia informou que converterá 10,26 milhões de ações preferenciais classe C em ações ordinárias, na proporção de uma para uma, na segunda etapa de sua reorganização acionária.

A Positivo informou ter cerca de R$ 19 milhões a receber do Grupo Casas Bahia, mas afirmou que essa exposição não representa risco relevante para seus resultados financeiros.

Fonte: Valor Econômico

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