

Museu na Alemanha reúne mais de 30 mil itens sobre cães Dachshund
Em Regensburg, espaço dedicado aos cachorros salsichinhas exibe objetos de madeira, cerâmica, vidro e pelúcia, além de exemplares vivos. O museu recebe cerca de 35 mil visitantes humanos por ano.
Um museu dedicado aos cães Dachshund, conhecidos no Brasil como cachorros salsichinhas, funciona em Regensburg, cidade às margens do rio Danúbio, na Alemanha. O acervo reúne mais de 30 mil itens relacionados à raça.
Entre os objetos estão papel higiênico, talheres, abridores de vinho, saleiros e bancos. A coleção inclui peças de madeira, cerâmica, vidro e pelúcia, além de cães de verdade que visitam o local, como Cocolina, levada por uma família colombiana.
O museu também oferece um passeio por Regensburg com paradas em locais que fazem referência aos cachorros. Segundo a reportagem, o espaço recebe aproximadamente 35 mil visitantes humanos por ano, número que aumenta quando os cães são contabilizados.
Os fundadores colecionaram objetos por mais de 20 anos antes de abrir o museu, em 2018. De acordo com Oliver Storz, cofundador do espaço, uma coleção com cerca de 800 peças foi doada após a morte de uma senhora nos Estados Unidos.
Em 2024, os proprietários entraram para o Guinness Book ao reunir quase 900 salsichinhas em um desfile. O evento, porém, recebeu críticas de entidades de proteção animal por causa da reprodução desses cães. A Alemanha restringe a criação de animais com características físicas extremas que possam causar dor ou sofrimento.
A raça foi criada no século 15 para auxiliar na caça de texugos. Seu corpo comprido e as pernas curtas facilitavam a entrada em tocas subterrâneas. Mais tarde, os Dachshunds se tornaram símbolos da Alemanha e um deles foi adotado como mascote dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.
Informação que importa, direto do Fato Inteiro.
Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

