Museu na Alemanha reúne mais de 30 mil itens sobre cães Dachshund
Reprodução/Folha de S.Paulo — Em Cima da Hora
Brasil

Museu na Alemanha reúne mais de 30 mil itens sobre cães Dachshund

Em Regensburg, espaço dedicado aos cachorros salsichinhas exibe objetos de madeira, cerâmica, vidro e pelúcia, além de exemplares vivos. O museu recebe cerca de 35 mil visitantes humanos por ano.

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Por Redação Fato Inteiro · 31 de agosto de 2026 às 22:06
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Um museu dedicado aos cães Dachshund, conhecidos no Brasil como cachorros salsichinhas, funciona em Regensburg, cidade às margens do rio Danúbio, na Alemanha. O acervo reúne mais de 30 mil itens relacionados à raça.

Entre os objetos estão papel higiênico, talheres, abridores de vinho, saleiros e bancos. A coleção inclui peças de madeira, cerâmica, vidro e pelúcia, além de cães de verdade que visitam o local, como Cocolina, levada por uma família colombiana.

O museu também oferece um passeio por Regensburg com paradas em locais que fazem referência aos cachorros. Segundo a reportagem, o espaço recebe aproximadamente 35 mil visitantes humanos por ano, número que aumenta quando os cães são contabilizados.

Os fundadores colecionaram objetos por mais de 20 anos antes de abrir o museu, em 2018. De acordo com Oliver Storz, cofundador do espaço, uma coleção com cerca de 800 peças foi doada após a morte de uma senhora nos Estados Unidos.

Em 2024, os proprietários entraram para o Guinness Book ao reunir quase 900 salsichinhas em um desfile. O evento, porém, recebeu críticas de entidades de proteção animal por causa da reprodução desses cães. A Alemanha restringe a criação de animais com características físicas extremas que possam causar dor ou sofrimento.

A raça foi criada no século 15 para auxiliar na caça de texugos. Seu corpo comprido e as pernas curtas facilitavam a entrada em tocas subterrâneas. Mais tarde, os Dachshunds se tornaram símbolos da Alemanha e um deles foi adotado como mascote dos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.

Fonte: Folha de S.Paulo — Em Cima da Hora

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