

Metrô de São Paulo encerra uso de bilhete magnético após mais de 50 anos
O bilhete Edmonson poderá ser usado nas catracas até 31 de outubro. Após esse prazo, os passageiros poderão trocar as unidades restantes até janeiro de 2027, em postos de atendimento específicos.
O Metrô de São Paulo definiu 31 de outubro como prazo final para o uso dos bilhetes magnéticos Edmonson nas catracas que ainda aceitam esse modelo. A partir de novembro, os cartões deixarão de ser utilizados no sistema.
Os passageiros poderão trocar os bilhetes remanescentes até janeiro de 2027. Os postos responsáveis pelo atendimento ainda serão definidos pela companhia.
Os cartões começaram a ser usados na fase de testes do metrô, em setembro de 1974. Eles foram substituídos gradualmente por tecnologias digitais, como a leitura de QR Code, e deixaram de ser fabricados em 2021.
Em março do ano passado, funcionários encontraram um lote de 8 milhões de unidades, que foi colocado à venda. Segundo o Metrô, 6,5 milhões entraram no sistema; os demais podem ter sido guardados como recordação. O estoque passou por fragmentação em uma máquina no pátio de Itaquera, na zona leste, para envio à reciclagem.
De acordo com dados da companhia, 13.759.071.500 bilhetes Edmonson foram utilizados desde o início da operação comercial até julho passado. O sistema atual também permite pagar a passagem aproximando telefones celulares ou relógios inteligentes das catracas.
Fonte: Valor Econômico
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