Leilão do pré-sal arremata sete de 13 blocos e arrecada R$ 530 milhões
Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasil · Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
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Leilão do pré-sal arremata sete de 13 blocos e arrecada R$ 530 milhões

O 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção terminou com sete áreas contratadas e investimentos mínimos previstos de R$ 778,4 milhões. Dezenove empresas estavam habilitadas, mas apenas seis apresentaram propostas.

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Por Redação Fato Inteiro · 7 de outubro de 2026 às 14:25
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O maior leilão de blocos de exploração e produção do Polígono do Pré-Sal terminou nesta quarta-feira (7) com sete dos 13 blocos ofertados arrematados. A rodada foi realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no Centro do Rio de Janeiro.

O governo arrecadou R$ 530 milhões em bônus de assinatura. Caso todas as áreas tivessem sido contratadas, o valor chegaria a R$ 1,24 bilhão. Os blocos ficam nas bacias de Santos e Campos, na costa do Sudeste, e exigirão investimentos mínimos estimados em R$ 778,4 milhões.

Não houve disputa: em todos os sete blocos arrematados, apenas uma competidora ofereceu lance. Petrobras e Prio venceram dois blocos cada. A Equinor também levou duas áreas, uma delas em consórcio com a Galp. CNOOC e Sinopec foram as vencedoras do bloco Jade.

Mesmo sem concorrência entre propostas, todos os blocos foram arrematados com ágio, que variou de 8% a quase 495%, com média de 108,38%. No modelo de partilha, vence a empresa que oferece à União a maior parcela do óleo excedente, ou seja, a produção restante após o pagamento dos custos.

Os blocos Turmalina, Larimar, Aragonita, Opala, Granada e Cerussita não foram arrematados. Eles ficam na "prateleira" da próxima rodada de licitação. As empresas vencedoras precisam, a partir de agora, seguir as demais etapas previstas no cronograma, como apresentação de documentos e pagamento do bônus de assinatura, para, então, serem assinados os contratos, o que está previsto para 26 de fevereiro de 2027.

Fonte: Agência Brasil

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