Juros futuros têm leve alta nos vencimentos longos sob pressão externa
Reprodução/Valor Econômico
Brasil

Juros futuros têm leve alta nos vencimentos longos sob pressão externa

Os juros futuros operavam sem direção única no início dos negócios desta terça-feira. As taxas de curto prazo oscilavam perto da estabilidade, enquanto os contratos longos registravam alta diante do ambiente negativo na renda fixa global.

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Por Redação Fato Inteiro · 1 de setembro de 2026 às 10:52
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As taxas de economias desenvolvidas avançavam para níveis elevados, em meio a preocupações com a sustentabilidade da dívida pública e a trajetória da inflação. O movimento também era influenciado pelo agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã.

No cenário doméstico, o PIB brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre, resultado ligeiramente acima das expectativas. A surpresa positiva do setor agropecuário e o consumo fraco das famílias, porém, reduziram a percepção de reaceleração da atividade.

Por volta das 9h30, o DI para janeiro de 2027 permanecia em 13,61%. O contrato para janeiro de 2028 oscilava entre 13,815% e 13,82%, enquanto os vencimentos de janeiro de 2029 e janeiro de 2031 subiam para 14,21% e 14,515%, respectivamente.

No exterior, a taxa da T-note americana de dez anos avançava para 4,791%, e a do T-bond de 30 anos, para 5,274%. Na Europa, o rendimento do Gilt britânico de dez anos subia para 5,15% e o do Bund alemão, para 3,362%. No Japão, a taxa do JGB de dez anos superou 3% pela primeira vez desde 1996.

Fonte: Valor Econômico

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