Indústrias da nova economia chegam a 35% dos insumos econômicos da China
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Brasil

Indústrias da nova economia chegam a 35% dos insumos econômicos da China

O Índice Caixin BBD da Nova Economia subiu 1,2 ponto em agosto, para 35%, segundo dados divulgados pelo Caixin. O avanço foi impulsionado principalmente pelos insumos de mão de obra e capital.

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Por Redação Fato Inteiro · 5 de setembro de 2026 às 10:34
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A participação das indústrias de alto valor agregado nos insumos econômicos totais da China aumentou em agosto, de acordo com o índice Caixin. O indicador acompanha dez setores emergentes por meio de dados sobre mão de obra, capital e tecnologia.

O subíndice de insumos de mão de obra avançou de 1,6 ponto, para 24,5. Com peso de 40% no índice geral, ele considera os salários e a quantidade de vagas em empresas da nova economia.

O indicador de capital, que representa 35% do NEI, subiu 1,4 ponto e atingiu 48,2. Já o subíndice tecnológico avançou 0,3 ponto, para 33,3, com peso de 25% e medição baseada em pesquisadores contratados, invenções e patentes.

Entre os dez setores monitorados, o de novas tecnologias da informação foi o maior contribuinte para o índice, com 15,7 pontos no mês anterior. O salário médio mensal inicial nos setores analisados foi de 13.386 yuans, ou US$ 1.990, queda de 194 yuans ante o mês anterior.

Os relatórios mensais são produzidos pelo Caixin Insight Group e pela empresa chinesa de pesquisa de big data BBD, em colaboração com a Escola Nacional de Desenvolvimento da Universidade de Pequim. O NEI foi lançado em março de 2016.

Fonte: Poder360

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