Homem que fez 13 crianças reféns em Curitiba já havia sido detido em SP
Foto: Raisa Toledo/Tribuna do Paraná · Fonte: gazetadopovo.com.br
Brasil

Homem que fez 13 crianças reféns em Curitiba já havia sido detido em SP

José Tobias Elias da Silva foi morto durante a ação policial no CMEI São Braz, em Curitiba. Segundo reportagens citadas pela Gazeta do Povo, ele havia tentado empurrar uma mulher nos trilhos do metrô de São Paulo em 2021 e foi alvo de outra ocorrência no Paraná em 2025.

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Por Redação Fato Inteiro · 10 de outubro de 2026 às 17:03
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O homem que invadiu o CMEI São Braz, em Curitiba, e manteve 13 crianças reféns na sexta-feira (9) já havia sido detido em 2021 por tentar empurrar uma mulher nos trilhos da estação Sé, do metrô de São Paulo. Ele morreu durante a ação policial de resgate e foi identificado como José Tobias Elias da Silva, segundo reportagem da Band reproduzida pela Gazeta do Povo.

Imagens de segurança mostraram José Tobias avançando contra a mulher quando um trem se aproximava. Ela conseguiu resistir e deixar a área dos trilhos. De acordo com a Band, policiais encontraram com ele cadernos com planos de matar outras pessoas e tirar a própria vida, além de um laudo médico de 2016 com diagnóstico de esquizofrenia. O homem foi encaminhado a um hospital psiquiátrico.

Em setembro de 2025, a polícia também registrou uma ocorrência em Mallet, no interior do Paraná. Segundo a CBN, havia informações de que ele cogitava atacar o Colégio Nicolau Copérnico. Os policiais foram à residência após uma denúncia de agressão contra a mãe dele, mas os dois negaram a briga e a equipe não encontrou sinais de preparação para um atentado.

No episódio de Curitiba, José Tobias entrou na creche com uma faca, uma imitação de pistola e um isqueiro, depois de chegar de bicicleta e pular a cerca. Ele se trancou em uma sala com crianças de 4 e 5 anos e espalhou combustível pelo chão. Os policiais entraram após ele agredir alunos e ameaçar uma criança com o isqueiro e o combustível.

As 13 crianças foram resgatadas sem ferimentos graves, e cinco passaram por avaliação médica. Uma carta encontrada pela polícia mencionava um “massacre”, mas a motivação do ataque ainda não foi esclarecida. A Prefeitura anunciou novas rondas nas proximidades da creche, que, segundo a Tribuna do Paraná, deve reabrir na quarta-feira (14).

Fonte: Gazeta do Povo — Paraná

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