

Francisco Agliussi levou a paixão pela música para os negócios
Empresário criou uma empresa de eventos médicos e manteve ao longo da vida o interesse por instrumentos, discos e antiguidades. Agliussi morreu aos 74 anos, em São Paulo, após sofrer um AVC.
A música de “A Pantera Cor-de-Rosa”, de Henry Mancini, acompanhou Francisco Antônio Agliussi em diferentes momentos. O tema era usado como som de espera nas ligações para sua empresa e também inspirou uma coleção de objetos. No velório, uma das filhas levou uma pelúcia do personagem com mais de um metro de altura.
Nascido em São José do Rio Pardo, no interior paulista, Agliussi tocava bateria em uma banda que se apresentava em festas e no Carnaval. Ao longo dos anos, reuniu milhares de CDs e discos de vinil e manteve em casa teclados, violinos, violões, baixo e instrumentos de sopro e percussão.
Formado em letras, ele não exerceu a profissão. Em meados dos anos 1970, mudou-se para São Paulo e começou a trabalhar como propagandista de medicamentos. Nos fins de semana, vendia antiguidades na Feira do Bixiga. Depois, criou a Estande Feiras e Congressos, inicialmente voltada a empresas da área médica e mais tarde ampliada para outros segmentos. Nos últimos anos, a empresa passou a ser administrada pelas filhas.
Agliussi morreu em 10 de julho, em São Paulo, após sofrer um AVC. Ele tinha 74 anos e deixou a mulher, Marta, as filhas Bianca e Fabia, os netos Rocco e Greta e o irmão Roberto. A família também o lembrava por sua generosidade e pelo apoio dado a irmãos, amigos e pessoas próximas.
Informação que importa, direto do Fato Inteiro.
Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

