

Flávio e Lula divergem sobre saidinhas, pandemia e propostas para a saúde
Candidatos discutiram saídas temporárias de presos, atuação do governo Jair Bolsonaro na pandemia, saúde pública, jornada de trabalho e endividamento das famílias no segundo bloco do debate da Band.
Flávio Bolsonaro (PL) citou Claudio Lottenberg como seu ministro da Saúde e defendeu mudanças na gestão do SUS, com prontuário único, ampliação da telemedicina e uso de inteligência artificial. O senador resumiu a proposta como a intenção de colocar “padrão Albert Einstein no SUS”.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) questionou a iniciativa e disse que o adversário desconhece a realidade da rede pública. O presidente também levantou a possibilidade de privatização do SUS e criticou a indicação de Lottenberg como referência na área.
Ao tratar das saídas temporárias de presos, Lula defendeu a recuperação dos detentos e o contato com familiares. Segundo ele, condenados por crimes hediondos e estupro não têm acesso ao benefício. Flávio afirmou ter votado pelo fim da escala 6x1 e disse que a mudança deveria vir acompanhada de segurança e aumento do poder de compra.
A condução da pandemia voltou a ser alvo de críticas de Lula, que mencionou as mortes por Covid-19 e contestou a atuação dos ministros da Saúde do governo Jair Bolsonaro. Flávio reconheceu que a saúde não foi a melhor área da gestão do pai, mas defendeu o trabalho realizado durante a emergência sanitária.
Na economia, Flávio prometeu manter o Bolsa Família e criar o Ministério da Prosperidade. Ele também propôs a compra de dívidas junto aos bancos, com congelamento por seis meses para pessoas físicas e carência de um ano para empresas, além de redução dos juros.
Fonte: CNN Brasil
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