Flávio Bolsonaro usa live para criticar Lula e defender penas maiores
Reprodução/Folha de S.Paulo — Em Cima da Hora
Brasil

Flávio Bolsonaro usa live para criticar Lula e defender penas maiores

O senador e candidato à Presidência explorou investigações envolvendo Fábio Luís, o Lulinha, além de temas econômicos e de segurança pública. Ao lado de Guilherme Derrite, também elogiou o governo de Nayib Bukele, em El Salvador.

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Por Redação Fato Inteiro · 20 de agosto de 2026 às 22:45
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Flávio Bolsonaro (PL) iniciou sua live semanal na noite de quinta-feira (20) com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usando as investigações envolvendo Fábio Luís, o Lulinha, para atacar a imagem do adversário. O senador também abordou juros e segurança pública.

Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de tráfico de influência. As apurações da Polícia Federal envolvem negócios relacionados ao filho do presidente, à empresária Roberta Luchsinger e a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Segundo a fonte, a Polícia Federal apontou Lulinha como beneficiário indireto de uma ação de Roberta Luchsinger, que teria buscado contatos políticos para facilitar a venda de medicamentos à base de canabidiol ao governo federal. Lula afirmou acreditar na inocência do filho, mas disse: “Se meu filho tiver culpa, ele pagará.”

Na transmissão, Flávio também criticou a situação econômica do país e afirmou que Lula “faz mais mal do que uma guerra” para a economia. Ele ainda lamentou o fechamento de lojas das Casas Bahia. A ex-presidente da Caixa Daniella Marques participou da discussão sobre juros, enquanto o Brasil foi apresentado como líder em juros reais em levantamento citado pela fonte.

Ao lado de Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública do governo de Tarcísio Freitas em São Paulo e candidato ao Senado, Flávio defendeu penas maiores para roubos de celulares. Derrite afirmou que a pena deveria ser quadruplicada e defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em qualquer crime e 14 anos para crimes hediondos. Os dois também elogiaram o governo de Nayib Bukele em El Salvador.

Fonte: Folha de S.Paulo — Em Cima da Hora

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