Flávio Bolsonaro reúne poucos apoios públicos de artistas na campanha de 2026
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Brasil

Flávio Bolsonaro reúne poucos apoios públicos de artistas na campanha de 2026

O candidato do PL à Presidência teve manifestações de apoio de alguns artistas e influenciadores, mas não repetiu a mobilização de celebridades observada em eleições anteriores. Lula, por outro lado, recebeu o endosso de mais de 100 nomes em um manifesto pela reeleição.

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Por Redação Fato Inteiro · 27 de setembro de 2026 às 14:58
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O senador Flávio Bolsonaro (PL) enfrenta dificuldades para reunir apoios públicos de artistas em sua campanha presidencial. O cenário contrasta com o do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que obteve o apoio de mais de 100 artistas, intelectuais e produtores em um manifesto favorável à sua reeleição.

Entre os apoios diretos, o cantor Amado Batista recebeu Flávio e integrantes do PL em sua fazenda, em Goianápolis (GO). A apresentadora Penélope Nova também publicou uma foto ao lado do senador.

Houve ainda manifestações indiretas. Em um vídeo divulgado pela candidata ao Senado Bia Kicis (PL), o cantor Leonardo respondeu a um pedido de “alô” para Lula com a frase: “Alô, Flávio, um abraço para você”. Em abril de 2026, Zezé Di Camargo apareceu em uma gravação com Flávio, mas direcionou sua mensagem de apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro e não citou o candidato à Presidência.

O cantor Netinho pediu, em vídeo nas redes sociais, que os eleitores comparecessem às urnas para “mudar o Brasil”, mas também não mencionou Flávio. O jogador Neymar, que autografou uma camisa da Seleção Brasileira para o senador em 16 de agosto, não declarou apoio público à candidatura.

Em 25 de setembro, Flávio recebeu o apoio de 16 personalidades em um vídeo que pedia aos eleitores que “endireitem” o Brasil “logo no 1º turno”. Entre os participantes estavam os influenciadores Firmino Cortada e Mônica Salgado, além de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa e coordenadora do plano econômico do candidato.

Para Gustavo Alonso, historiador e professor da Universidade Federal de Pernambuco, o silêncio dos artistas está relacionado a “um certo desânimo que está em todo mundo nessa eleição”. Segundo ele, os sertanejos estão tratando o primeiro turno como uma etapa própria, e não como preparação para o segundo turno. A campanha de Flávio priorizou eventos regionais, transmissões ao vivo e críticas ao Supremo Tribunal Federal, sem colocar a mobilização artística como foco.

Fonte: Poder360

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