Fiocruz alerta para alta de vírus respiratórios no país
Foto: © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agênc · Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
Brasil

Fiocruz alerta para alta de vírus respiratórios no país

Rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2 apresentam tendência de aumento nacional, segundo o boletim semanal InfoGripe. Casos semanais de SRAG por covid-19 permanecem baixos.

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Por Redação Fato Inteiro · 8 de outubro de 2026 às 19:06
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O alerta foi divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no boletim semanal InfoGripe, publicado nesta quinta-feira (8). O levantamento aponta tendência de crescimento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao rinovírus, ao metapneumovírus e ao Sars-CoV-2 em nível nacional.

Os pesquisadores ressaltam que a população prioritária deve verificar se está em dia com a vacinação contra a covid-19. Para gestantes, a recomendação inclui também a imunização contra o vírus sincicial respiratório (VSR).

O boletim registra leve retomada dos casos de SRAG entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, enquanto as demais faixas etárias apresentam estabilização. Os casos relacionados ao VSR e à influenza B estão em queda, e as hospitalizações por influenza A permanecem estáveis em níveis baixos de incidência.

Alagoas, Roraima e Sergipe tiveram incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco nas duas semanas anteriores, com indícios de crescimento nas últimas seis semanas. O aumento ocorre principalmente entre crianças e adolescentes; em Alagoas e Sergipe, está associado ao metapneumovírus. Em Roraima, os dados ainda não permitem determinar o vírus responsável.

Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Santa Catarina também apresentaram níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Entre as capitais, Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória registraram atividade de SRAG nesses níveis nas duas semanas anteriores.

Segundo o boletim, a incidência de SRAG é mais elevada entre crianças de até 2 anos, enquanto a mortalidade atinge principalmente a população a partir de 65 anos, considerando a média semanal das últimas oito semanas epidemiológicas.

Fonte: Agência Brasil — últimas notícias

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