

Ficção científica russa usa o absurdo para criticar a burocracia
Publicado originalmente em 1965, “A segunda-feira começa no sábado” combina elementos reais e fantásticos para satirizar a burocracia soviética e o racionalismo. A obra também faz referências a nomes da literatura russa, como Nikolai Gógol e Alexander Pushkin.
“A segunda-feira começa no sábado” apresenta uma narrativa marcada por situações que escapam à explicação racional, misturando humor, absurdo e grotesco.
A ficção científica utiliza esses elementos para satirizar a burocracia soviética e o racionalismo. O livro também dialoga com mestres da literatura em geral e, especialmente, da tradição russa.
Publicado originalmente em 1965, o romance permanece atual e influenciou aforismos, jogos de videogame e letras de rock.
Fonte: Valor Econômico
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