Equipe de Flávio aciona TSE contra Lula por suposto uso da máquina pública
Reprodução/CNN Brasil
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Equipe de Flávio aciona TSE contra Lula por suposto uso da máquina pública

A equipe jurídica de Flávio Bolsonaro apresentou ao TSE uma nova representação contra Lula por suposta conduta vedada e uso eleitoral de estruturas públicas. Também são citados Geraldo Alckmin, Alexandre Padilha e Wellington César Lima e Silva.

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Por Redação Fato Inteiro · 23 de setembro de 2026 às 00:22
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A equipe jurídica do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) e de seu vice, Alfredo Gaspar (PL), acionou novamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A representação trata de suposto uso eleitoral da estrutura pública e de conduta vedada.

Também foram apontados como agentes públicos corresponsáveis Geraldo Alckmin (PSB), vice na chapa de Lula, Alexandre Padilha, ministro da Saúde, e Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça.

A ação questiona dois eventos realizados na semana anterior: a visita de Lula ao complexo industrial da Eurofarma, em Montes Claros (MG), e uma agenda de segurança pública no complexo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no Rio de Janeiro.

Segundo a representação, os eventos teriam sido usados para promoção pessoal e eleitoral de Lula e divulgados posteriormente em canais oficiais do governo federal. A campanha de Flávio também questiona uma fala do presidente, durante a agenda da PRF, que teria conteúdo político dirigido a Jair Bolsonaro (PL).

A petição afirma que esta é a 14ª representação apresentada pela campanha e pelo PL em pouco mais de cinco meses sobre suposto uso irregular de estruturas, eventos ou canais de comunicação do governo. A defesa reclama que parte das ações anteriores ainda não foi julgada e sustenta que a demora reduz o efeito preventivo da Justiça Eleitoral.

A nova representação pede tutela de urgência, a retirada temporária das publicações institucionais questionadas e de reproduções idênticas em canais oficiais, a preservação dos arquivos relacionados aos conteúdos e a aplicação de multas aos responsáveis, entre outras medidas.

Fonte: CNN Brasil

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