

Defesa de Flávio pede que Nunes Marques cobre explicações da Meta sobre canal
A defesa de Flávio Bolsonaro apresentou novo pedido ao presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, para que a Meta explique por que o WhatsApp não identificou comportamento coordenado no canal “Exército do Lula”. A coligação de Lula pediu o indeferimento dos onze pedidos.
A equipe jurídica de Flávio Bolsonaro (PL) solicitou diretamente a Kassio Nunes Marques que determine à Meta a apresentação de esclarecimentos sobre o canal “Exército do Lula”. Segundo o pedido, o WhatsApp não teria identificado sinais de comportamento coordenado na comunidade, que é encabeçada pelo deputado eleito André Janones (Rede-MG) e reúne cerca de 5,6 milhões de seguidores.
Em um documento complementar, a defesa citou buscas negativas sobre Flávio após o debate da Band no último domingo e acusou o canal de manipulação. A campanha já havia levado o tema ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral na semana anterior, em um episódio que resultou em decisões liminares divergentes dentro da Corte.
O caso também é analisado pelo corregedor-eleitoral do TSE, Ricardo Villas Bôas Cueva. Em 7 de outubro, a campanha entrou com uma ação de investigação judicial eleitoral alegando uso indevido de comunicação social. Depois, pediu à Presidência do tribunal a suspensão da comunidade por suposta disseminação de notícias falsas, medida que foi atendida.
Cueva derrubou a decisão de Nunes Marques e restabeleceu o canal, mas o presidente do TSE concedeu nova liminar. A determinação manteve a comunidade fora do ar até que fosse registrada oficialmente nos sites da campanha de Lula. Após o episódio, o PL adicionou o canal “Tropa do Flávio” aos endereços eletrônicos oficiais da campanha.
Em resposta ao novo pedido, a coligação “Brasil Pronto pra Mais”, de Lula (PT), solicitou o indeferimento integral dos onze requerimentos. Os advogados alegaram que o caminho escolhido é inadequado e que a petição tenta instruir, por outra via, uma ação de investigação eleitoral já existente sobre o caso.
Fonte: g1 Política
← Voltar ao início de Fato Inteiro
Newsletter em preparação.
Continue acompanhando as notícias pelo portal.

