Brasil

Crise do Ueno Bank envolve recursos de instituições públicas no Paraguai

A crise do Ueno Bank, no Paraguai, afeta quase 3 milhões de clientes e envolve recursos de instituições públicas e fundos de previdência. O Banco Central do Paraguai iniciou a resolução da instituição em 3 de novembro de 2026, após identificar queda do índice de solvência para menos da metade do mínimo exigido.

PublicidadeCasa da Bisa, residencial para idosos em Pendotiba, Niteroi. Agende uma visita: (21) 98397-1122.
Por · 6 de novembro de 2026 às 02:21
Compartilhar

Segundo o Poder360, a Lei nº 7.755 de 2026 autorizou o pagamento antecipado de parte da garantia dos depósitos. O repasse começou em 5 de novembro e pode alcançar até 40 salários mínimos por depositante, com desconto de dívidas em atraso com o banco.

Os pagamentos são feitos por outras instituições financeiras. O Banco Central do Paraguai disponibilizou uma plataforma para informar aos correntistas onde receberão os recursos, mas o serviço apresentou instabilidades devido ao volume de acessos.

Entre as entidades expostas está o IPS (Instituto de Previsión Social), que mantinha aproximadamente US$ 355 milhões no Ueno Bank, entre depósitos a prazo e valores disponíveis para saque, segundo declaração da gerente financeira Gladys Vera ao jornal ABC Color. O montante correspondia a cerca de 9% dos investimentos do instituto; 46 bilhões de guaranis estavam em depósitos à vista.

O IPS também tinha aproximadamente 32 mil aposentados que recebiam benefícios em contas do banco. A entidade informou que trabalhava para transferir os pagamentos para outras instituições e que aposentadorias e pensões continuariam sendo pagas normalmente.

A ANDE mantinha aproximadamente US$ 46 milhões provenientes de empréstimos do BID e de Taiwan destinados a obras, além de cerca de 36 bilhões de guaranis em recursos próprios, segundo declaração do presidente da estatal ao ABC Color. A Cajubi tinha 41,3 bilhões de guaranis aplicados em certificados de depósito de poupança, distribuídos entre cinco fundos, conforme memória institucional de 2025 reproduzida pelo jornal.

A AFD era o principal credor local do Ueno Bank, de acordo com relatório da Moody’s reproduzido pelo ABC Color. Em junho de 2026, a dívida do banco com a agência equivalia a 38% do patrimônio líquido da instituição financeira, mas esse percentual não representa perda já registrada nem significa que o Estado seja dono dessa parcela.

A recuperação dos valores dependerá do processo de resolução, da disponibilidade de dinheiro e bens do Ueno Bank e da ordem de pagamento dos credores. Segundo a Moody’s, em setembro de 2026, o banco concentrava 9% dos depósitos e 8% dos empréstimos concedidos pelos bancos paraguaios.

Fonte: Poder360

Matéria produzida com auxílio de inteligência artificial. Como verificamos.

PublicidadeAlta Parque: aulas, locacao de quadra, day use e eventos na Freguesia. WhatsApp (21) 96446-3704.
Compartilhar

← Voltar ao início de Fato Inteiro