

Conor Kennedy recebeu honraria da Ucrânia por atuação na guerra
Conor Kennedy foi condecorado pelo governo ucraniano e recebeu um passaporte de cidadão do país por sua atuação no conflito. Ele esteve na guerra por quatro meses, em 2022, sem avisar previamente a família ou a então namorada, Giulia Be.
Conor Kennedy contou a Giulia Be que iria lutar na Guerra da Ucrânia apenas quando já estava na fronteira do país com a Polônia, prestes a ingressar no front. Segundo um interlocutor, ele também não comunicou à família que havia se voluntariado para atuar no combate.
O pai de Conor, Robert F. Kennedy Jr., atual secretário de Saúde dos Estados Unidos, teria começado a desconfiar da situação após observar movimentações no cartão de crédito do filho na Polônia. De acordo com a fonte, o advogado foi condecorado pelo governo ucraniano e recebeu um passaporte de cidadão ucraniano. Ele só revelou seu nome verdadeiro no último dia em que esteve no front.
Um tribunal de Moscou decretou a prisão de Conor sob acusação de atuação como mercenário na guerra. Ele não participou da audiência, que ocorreu a portas fechadas. A defesa recorreu, mas a Justiça russa não aceitou o recurso, segundo informações da agência estatal Tass e do tribunal distrital de Basmanny, em Moscou.
Em publicação no Instagram, Conor afirmou que gostou de ser "soldado mais do que esperava" e relatou que não tinha experiência militar quando chegou ao conflito. Ele disse que conseguia carregar objetos pesados, aprendia rapidamente e estava disposto a morrer no local.
Conor e Giulia Be se casaram no civil em março deste ano, em Los Angeles. A cerimônia religiosa está prevista para 10 de outubro, na Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Rio de Janeiro.
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