China lidera robôs humanoides, e EUA barram modelos fabricados no exterior
Reprodução/g1 Economia
Brasil

China lidera robôs humanoides, e EUA barram modelos fabricados no exterior

A China respondeu por 85% dos usos de robôs humanoides em 2025 e vendeu quase 11,6 mil unidades. Em reação, os Estados Unidos decidiram proibir a entrada de novos robôs humanoides e quadrúpedes fabricados no exterior.

PublicidadeCasa da Bisa, residencial para idosos em Pendotiba, Niteroi. Agende uma visita: (21) 98397-1122.
Por Redação Fato Inteiro · 16 de agosto de 2026 às 03:55
Compartilhar

# China lidera robôs humanoides, e EUA barram modelos fabricados no exterior A decisão americana foi anunciada no fim de julho e justificada por “riscos inaceitáveis” à segurança nacional. Segundo a Comissão Federal de Comunicações dos EUA, os robôs poderiam coletar dados, ser usados para vigilância e ter o controle assumido remotamente por agentes mal-intencionados.

As preocupações também envolvem a possibilidade de uso dos equipamentos em infraestruturas críticas e em atividades civis e militares. Pesquisadores demonstraram que robôs da empresa chinesa Unitree apresentaram falhas que permitiriam a invasores assumir o controle por meio de um comando de voz e, depois, controlar outros robôs.

A China rejeitou as acusações e afirmou que os Estados Unidos usam a segurança nacional como pretexto para restringir a tecnologia chinesa. Dias após o anúncio americano, Pequim impôs controles sobre exportações de drones aos EUA e proibiu negócios com seis entidades americanas.

Segundo observadores do setor, Trump quer proteger empresas como Figure AI, Tesla Optimus e Agility Robotics da concorrência de fabricantes chineses de grande escala. De acordo com a Omdia, seis das dez maiores empresas do setor são chinesas, cujos robôs frequentemente custam metade do preço — ou menos — dos modelos americanos.

O mercado de robôs humanoides é estimado pelo Barclays entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões e pode alcançar US$ 200 bilhões até 2035, caso avancem tecnologias ligadas à inteligência artificial, força física e baterias. No curto prazo, a expectativa é de uso em tarefas repetitivas e fisicamente exigentes em fábricas e armazéns.

Fonte: g1 Economia

PublicidadeCasa da Bisa, mais que uma casa de repouso. WhatsApp (21) 98397-1122.
Compartilhar
Direto da redação

Informação que importa, direto do Fato Inteiro.

Receba as principais notícias e alertas editoriais. Inscrição gratuita e cancelamento a qualquer momento.

Ao se inscrever, você aceita a nossa política de privacidade. Não vendemos seus dados.