CEO da AP Exata critica compadrio e omissão institucional no Brasil
Reprodução/CNN Brasil
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CEO da AP Exata critica compadrio e omissão institucional no Brasil

Sergio Denicoli afirmou que tensões recentes no STF expõem uma relação de dependência entre figuras poderosas e cobrou responsabilização institucional. Declarações foram dadas ao programa WW, da CNN Brasil.

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Por Redação Fato Inteiro · 5 de setembro de 2026 às 09:18
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Sergio Denicoli, CEO da AP Exata e cientista de dados, afirmou que o Brasil estaria se transformando em uma “República do crime”. Segundo ele, a situação seria favorecida pela leniência de instituições responsáveis por fiscalizar autoridades com mandatos vitalícios.

As declarações ocorreram no contexto das tensões recentes no Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente após a indisposição entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça no âmbito do caso Master. Para Denicoli, o cenário revela um padrão de compadrio entre pessoas influentes das instituições brasileiras.

O especialista também questionou a atuação do Congresso diante de fatos que, em sua avaliação, estariam comprovados. Ele afirmou que figuras poderosas “se penduram umas nas outras” por terem, de alguma forma, envolvimento em situações comprometedoras, o que criaria um ciclo de ameaças e dificultaria a responsabilização.

Denicoli disse ainda acreditar que magistrados sérios estariam indignados com o cenário. Como saída, defendeu que a situação seja encerrada com punição para quem merecer e afirmou que o objetivo seria preservar o país e o Poder Judiciário.

Fonte: CNN Brasil

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