Caso envolvendo Flávio e Nossa Senhora Aparecida alcança 8,5 milhões de interações
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Brasil

Caso envolvendo Flávio e Nossa Senhora Aparecida alcança 8,5 milhões de interações

A discussão sobre uma informação falsa associada a Flávio Bolsonaro e ao título de padroeira do Brasil somou 977,6 mil publicações e 8,5 milhões de interações até as 14h de 26 de setembro. Segundo o Instituto DX, o episódio é o terceiro maior entre os eventos políticos monitorados nas redes em 2026.

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Por Redação Fato Inteiro · 26 de setembro de 2026 às 23:08
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O levantamento do Instituto DX (Democracia em Xeque) contabilizou 669,9 mil menções nas primeiras 24 horas, com pico de 38,3 mil publicações em uma hora. O volume total ficou atrás dos casos “Mendonça vs. Moraes” e “Quebra de sigilo Dark Horse”.

A repercussão começou após uma fala da jornalista Maria Cristina Fernandes no programa “Em Pauta”, da GloboNews, em 24 de setembro. A declaração foi relacionada nas redes à possibilidade de Flávio retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A emissora corrigiu a informação, pediu desculpas e esclareceu que o projeto citado era o PL 2.623 de 2007, apresentado pelo então deputado Victório Galli e arquivado em 2008. O texto não tinha relação com Flávio.

Flávio negou a existência de uma iniciativa desse tipo e disse que a informação era falsa. De acordo com o estudo, a discussão teve duas altas: a primeira começou na noite de 24 de setembro; a segunda ocorreu após decisão do ministro André Mendonça, do TSE, que determinou a retirada de conteúdos que associassem Flávio ou seus familiares à intenção de retirar o título de padroeira.

A ordem alcançou 1.170 links e determinou que as plataformas também atuassem contra novas reproduções da narrativa. Com isso, a remoção de publicações e os limites da atuação da Justiça Eleitoral passaram a integrar a discussão. Mendonça classificou como “notoriamente inverídica” a afirmação de que Flávio ou familiares teriam proposto, apoiado ou pretendido retirar o título.

No recorte de 345 publicações de perfis políticos, perfis de esquerda responderam por 66% dos posts e 70% das interações, enquanto a extrema-direita teve 33% das publicações e 30% das interações. O Instituto DX identificou 24 mil publicadores únicos; entre os termos mais recorrentes estavam “católicos”, “evangélicos”, “GloboNews”, “projeto”, “Galli” e “fake”.

Fonte: Poder360

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