Casamento de filho de Moraes tem rua interditada e segurança reforçada em SP
Reprodução/Poder360
Brasil

Casamento de filho de Moraes tem rua interditada e segurança reforçada em SP

A cerimônia de Alexandre Barci de Moraes e Thaís foi realizada na Casa Fasano, em São Paulo. O acesso à rua, à ciclovia e a um trecho de parque foi bloqueado, e um empresário relatou ter tido o celular derrubado por um segurança.

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Por Redação Fato Inteiro · 27 de setembro de 2026 às 03:12
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A cerimônia de casamento de Alexandre Barci de Moraes, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, foi realizada neste sábado (26.set.2026), na Casa Fasano, em São Paulo. A noiva foi identificada como Thaís, sem divulgação do sobrenome.

O acesso à avenida Alcides Sangirardi, onde fica o espaço de eventos, foi restringido por um esquema de segurança. A rua de entrada foi completamente interditada para pessoas que não estavam entre os convidados. Também foram bloqueados a ciclovia da região e um trecho do Parque Linear Bruno Covas.

A operação foi coordenada pela Polícia Judicial e contou com equipes da Polícia Militar, da Guarda Civil Metropolitana, da Romu, da Rocam e da Companhia de Engenharia de Tráfego. O uso de drones foi proibido, e policiais disseram que havia um sistema capaz de interromper o sinal dos equipamentos.

Entre os convidados estavam os ministros do STF Gilmar Mendes e Flávio Dino, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o senador Rodrigo Pacheco, o ex-presidente Michel Temer e o médico David Uip. Motoristas que passaram pela região buzinaram e fizeram xingamentos, mas não houve registro de protestos nas proximidades.

O empresário Gabriel Kanner publicou um vídeo mostrando o bloqueio da rua. Nas imagens, um segurança aparece dando um tapa e derrubando seu celular. Segundo o relato publicado por Kanner, ele voltava do trabalho, encontrou a via interditada e foi orientado por policiais e seguranças a retornar.

Na véspera, profissionais de segurança impediram a aproximação da equipe do Poder360 e pediram que fotografias fossem apagadas, alegando que o local era uma “área privada”. Jornalistas que acompanhavam a movimentação também foram fotografados por policiais.

Fonte: Poder360

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