Candidatos ao governo do Paraná apresentam propostas para a saúde
Reprodução/Gazeta do Povo — Paraná
Brasil

Candidatos ao governo do Paraná apresentam propostas para a saúde

Planos de governo citam medidas para reduzir filas, ampliar atendimento regional e enfrentar a falta de especialistas. Entre as ideias estão telemedicina, novos hospitais, reforço da atenção básica e políticas de saúde mental.

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Por Redação Fato Inteiro · 26 de agosto de 2026 às 23:48
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Os oito candidatos ao governo do Paraná incluíram em seus planos propostas para a área da saúde. Os documentos abordam problemas como a demora por consultas, exames e cirurgias, a falta de especialistas em algumas regiões e a concentração dos serviços nos grandes centros urbanos.

Sergio Moro (PL) propõe complementar os valores pagos pelo SUS por procedimentos, com foco na ampliação das cirurgias eletivas, além de integrar prontuários eletrônicos, expandir serviços de telemedicina e criar um aplicativo para acompanhamento de filas. O plano também prevê a construção do Hospital do Trabalhador da Região Norte de Curitiba e a ampliação dos Caps.

Sandro Alex (PSD) defende uma unidade hospitalar de trauma com 200 leitos em Foz do Iguaçu, a ampliação regional de exames, cirurgias e serviços especializados e a expansão do atendimento médico aéreo. Entre as medidas estão ainda o telecuidado em saúde mental, equipes multiprofissionais nas escolas e a descentralização da distribuição de medicamentos.

Requião Filho (PDT) propõe aumentar gradualmente os recursos próprios do Estado para a saúde, ampliar o cofinanciamento aos municípios e criar um sistema de acompanhamento das filas. O plano também inclui hospitais regionais da mulher e da infância, mais profissionais no interior, reforço da vacinação e expansão da saúde bucal.

Luiz França (Missão) apresenta uma proposta de jornada contínua de cuidado, integrando consulta, exames, cirurgia, alta e acompanhamento. Também defende a comunicação entre sistemas estaduais e municipais, atendimento remoto e um levantamento, nos primeiros cem dias de governo, das filas e da capacidade de telemedicina em cada região.

Tayná Miessa (UP) propõe destinar de 40% a 50% dos recursos estaduais de saúde à atenção básica, oferecer atendimento noturno e nos fins de semana nas unidades básicas e ampliar concursos públicos. O plano inclui aumentar a cobertura vacinal para mais de 95% e criar academias públicas de musculação.

Alexandre Salomão (Mobiliza) defende uma Tabela SUS Paranaense, a ampliação das cirurgias eletivas e a expansão dos Ambulatórios Médicos de Especialidades. Samuel de Mattos (PSTU) propõe a integração de redes privadas ao SUS, a construção de novas unidades e concursos para mais de 3.500 profissionais. Adriano Teixeira (PCO) cita a construção de hospitais e postos, a abertura de cursos de medicina e enfermagem e um piso nacional de R$ 8 mil para profissionais da saúde.

Fonte: Gazeta do Povo — Paraná

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