

Campanha de Flávio afirma que manterá Petrobras estatal
Rogério Marinho disse que um eventual governo de Flávio Bolsonaro avaliará empresas estatais, mas não pretende privatizar a Petrobras. A campanha também promete revisar a Reforma Tributária nos seis primeiros meses de governo.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, afirmou em 18 de agosto que a Petrobras não será privatizada em um eventual governo do candidato. Segundo ele, as empresas sob controle federal passarão por uma avaliação de desempenho.
A declaração foi dada durante o evento “Diálogo com Presidenciáveis”, promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços, em Brasília. Flávio não participou por “conflito de agenda”, de acordo com a campanha. Marinho e o candidato a vice-presidente, deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), representaram a chapa.
Marinho também afirmou que a Reforma Tributária será revista nos seis primeiros meses de um eventual governo. A proposta, segundo ele, não é interromper ou extinguir o sistema, mas corrigir “distorções”. O senador criticou a alíquota estimada em cerca de 28% para o IVA e a classificou como “inexequível”, especialmente para comércio e serviços.
Na área econômica, Gaspar defendeu um “tesouraço” nas despesas públicas e a redução da estrutura do governo. Na segurança, prometeu criar 500 mil vagas no sistema prisional, construir cinco presídios federais, reforçar o combate ao crime organizado e ampliar a segurança nas fronteiras.
A campanha também reafirmou a proposta de acabar com a reeleição para presidente da República. Marinho e Gaspar criticaram o Supremo Tribunal Federal, enquanto Marinho afirmou que eventuais mudanças seriam feitas dentro da Constituição.
Fonte: Poder360
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