Campanha de Flávio acusa perfil Dilma Bolada de iniciar boato sobre padroeira
Reprodução/CNN Brasil
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Campanha de Flávio acusa perfil Dilma Bolada de iniciar boato sobre padroeira

A campanha de Flávio Bolsonaro afirma que uma publicação de Jeferson de Oliveira Monteiro deu início à disseminação da informação falsa de que o candidato pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A equipe jurídica acionou o TSE e apresentou notícia-crime contra perfis supostamente envolvidos.

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Por Redação Fato Inteiro · 27 de setembro de 2026 às 00:05
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A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) aponta Jeferson de Oliveira Monteiro, criador do perfil “Dilma Bolada”, como autor da primeira publicação que associou o candidato à suposta intenção de alterar o título de Nossa Senhora Aparecida. O post foi publicado às 21h50 de quarta-feira (23) e, segundo a reportagem, ainda estava disponível no X na noite de sábado (26).

De acordo com o monitoramento da campanha, seis minutos depois outro perfil publicou conteúdo semelhante, e novas contas passaram a divulgar a mesma narrativa. Um dos posts identificados teria ultrapassado 2 milhões de visualizações em menos de 24 horas; outro, mais de 2,4 milhões, segundo a equipe de Flávio.

A desinformação também relacionou o caso a um projeto apresentado em 2007 pelo então deputado federal Victório Galli. O texto, que propunha mudar a expressão “padroeira do Brasil”, foi arquivado em 2008 e, conforme a fonte, não teve envolvimento com Flávio.

A equipe jurídica do candidato apresentou notícia-crime ao procurador-geral eleitoral e acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para retirar as publicações do ar. O pedido obteve decisão favorável do ministro André Mendonça. Flávio nega qualquer intenção de mudar a condição de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.

A campanha também pediu a prisão preventiva e busca e apreensão contra George Marques, servidor do Palácio do Planalto, por supostamente compartilhar uma publicação que orientava a continuidade da divulgação da informação mesmo após a retratação da imprensa. A Secretaria de Comunicação Social da Presidência disse que as alegações “não procedem” e afirmou que a manifestação ocorreu em caráter pessoal, fora do horário de expediente e por meio de equipamento próprio. A CNN Brasil informou que tentava contato com Jeferson de Oliveira Monteiro.

Fonte: CNN Brasil

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