Caiado diz que Brasil não deve usar modelo chinês como referência
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Caiado diz que Brasil não deve usar modelo chinês como referência

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado afirmou que o Brasil não pode adotar o modelo chinês como parâmetro. Para ele, diferenças nas regras trabalhistas, ambientais e na participação estatal geram condições desiguais de competição.

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Por Redação Fato Inteiro · 27 de agosto de 2026 às 10:47
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O ex-governador de Goiás e candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, declarou em entrevista ao TMC 360 que é favorável ao mercado aberto, desde que a disputa ocorra em condições iguais.

Segundo Caiado, Brasil e China competem sob regras diferentes nas áreas trabalhista e ambiental, além de haver participação do governo na maioria das empresas chinesas. Na avaliação dele, essas diferenças colocam o Brasil em desvantagem.

O candidato também relacionou o tema à concorrência enfrentada por comerciantes brasileiros. Ele disse ter visitado o Brás, em São Paulo, e o polo de confecções Quarenta e Quatro, em Goiás, onde ouviu relatos de empresários.

De acordo com Caiado, alguns empresários estariam transferindo operações para o Paraguai. Ele afirmou que o país permite a importação de tecidos da China sem tributação e a exportação para o Brasil com alíquota de 1%.

Caiado classificou o Paraguai como uma “outra China” ao lado do Brasil e disse que empresários brasileiros são atraídos pelas condições oferecidas pelo país vizinho.

Fonte: Poder360

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