

Brasil reforça vacinação enquanto discurso antivacina ganha espaço na extrema direita
O Ministério da Saúde ampliou ações de vacinação e vigilância após novos casos de sarampo no país. A mobilização ocorre enquanto Donald Trump e Eduardo Bolsonaro defendem mudanças ou restrições à imunização infantil.
O Brasil reforçou a vacinação e a vigilância sanitária diante de novos casos de sarampo, principalmente em São Paulo. A iniciativa ocorre em um momento de recuperação das coberturas vacinais e de preocupação com o retorno de doenças controladas ou eliminadas.
Nos Estados Unidos, o governo de Donald Trump promoveu mudanças nas recomendações de vacinação infantil. Em 2026, o país registra mais de 2,4 mil casos confirmados de sarampo, o maior surto desde 1991, segundo os trechos da fonte.
Eduardo Bolsonaro afirmou que não pretende vacinar a filha e defendeu que o Brasil adote regras semelhantes às do estado norte-americano do Texas. No país, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê a vacinação obrigatória nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias.
A Campanha Nacional de Multivacinação começou em 3 de agosto e segue até 1º de setembro, com foco em crianças e adolescentes de até 15 anos que estejam com doses atrasadas. O Dia D está marcado para 22 de agosto, e o SUS oferece vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação.
Em São Paulo, as recomendações foram ampliadas para pessoas de 6 meses a 59 anos nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. Para bebês de 6 a 11 meses em áreas com circulação do vírus, também foi indicada uma dose adicional, chamada de “dose zero”.
Fonte: pt.org.br
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