

Bombardeios dos EUA contra suspeitos geram alerta na América Latina
Mais de 200 pessoas morreram em ataques dos Estados Unidos contra embarcações suspeitas de transportar drogas no Caribe e no Pacífico, segundo a Folha. O texto destaca a participação de civis e a ampliação da cooperação militar americana na região.
Mais de 200 pessoas foram mortas em bombardeios dos Estados Unidos contra embarcações suspeitas de transportar drogas no Caribe e no Pacífico, de acordo com a Folha. Entre as vítimas estão pescadores e outros civis, e não houve acusação, defesa ou julgamento antes dos ataques, segundo o texto.
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou em 12 de agosto, no Panamá, que “Todas as opções, inclusive as militares, estão sobre a mesa”, ao ser questionado sobre uma possível ação contra Cuba. Também foi anunciado que o governo colombiano de Abelardo de la Espriella autorizou operações militares conjuntas com forças americanas contra o chamado “narcoterrorismo”.
A reportagem cita ainda o aprofundamento da cooperação militar do Equador com Washington sob Daniel Noboa e o convite de De la Espriella para que os EUA participem de operações em solo colombiano. O texto aponta riscos para camponeses e comunidades pobres em um país marcado por décadas de conflito e milhões de deslocados.
No México, Claudia Sheinbaum mantém cooperação com Washington em inteligência e segurança, mas rejeita operações militares americanas em território mexicano. Segundo a reportagem, a Estratégia de Segurança Nacional de Donald Trump defende “restabelecer a preeminência” dos Estados Unidos no Hemisfério Ocidental e retoma a Doutrina Monroe sob um “corolário Trump”.
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