Banco do Brasil pede ao STF para não participar de audiência sobre o BRB
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Banco do Brasil pede ao STF para não participar de audiência sobre o BRB

O Banco do Brasil solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não participe da audiência marcada pelo ministro Luiz Fux para o dia 13. O banco afirma que não formou consórcio nem representa outras instituições na negociação de uma operação do BRB com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

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Por Redação Fato Inteiro · 8 de agosto de 2026 às 04:27
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Em petição enviada ao STF, o Banco do Brasil contestou a alegação de que lideraria um grupo de bancos nas tratativas sobre a fiança para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões do BRB junto ao FGC. O recurso é discutido no contexto do envolvimento do banco do Distrito Federal no escândalo do Banco Master.

As conversas envolvem instituições do grupo S1: Itaú, Bradesco, Caixa, Santander, BTG e o próprio BB. Segundo o Banco do Brasil, “jamais houve a constituição de consórcio de bancos” e a instituição não recebeu mandato para assumir obrigações em nome das demais.

O banco também argumentou que, caso a proposta do Distrito Federal deixe de prever fiança bancária e passe a vincular diretamente ao FGC os repasses do FPE e do FPM, não haveria necessidade de participação dos bancos na audiência. Se o BB for mantido no encontro, pediu que as outras instituições também sejam intimadas.

O GDF atribui inércia à administração federal e ao FGC. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, classificou como “totalmente descabida” a afirmação de que a União estaria parada nas negociações e afirmou que a equipe federal realizou reuniões sobre as garantias e os procedimentos com bancos e o FGC.

Enquanto a solução não é definida, o BRB continua vendendo carteiras para preservar a liquidez e honrar seus compromissos. O texto informa que o banco tem perdido clientes e que, segundo observadores, uma eventual capitalização poderá exigir mais recursos para manter a instituição sustentável.

Fonte: valor.globo.com

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