

Abecedário de Mario Sergio Conti reúne críticas sobre a eleição e a política brasileira
Coluna percorre verbetes de “Argh” a “Zzzzz” para comentar candidatos, partidos, instituições e expectativas em torno da eleição. O texto também resgata referências a Lula, Bolsonaro, Aécio, Vargas e outros personagens políticos.
# Abecedário de Mario Sergio Conti reúne críticas sobre a eleição e a política brasileira Em formato de abecedário, Mario Sergio Conti apresenta comentários sobre o cenário eleitoral e a política brasileira. O texto começa com a previsão de que o “falatório insano” seguirá até outubro, seguido por balanços, especulações e disputas por cargos no governo eleito.
Entre os verbetes, a coluna menciona a desistência de Aécio como candidato e retoma a delação da JBS, que teria relatado o repasse de R$ 110 milhões para uma articulação envolvendo 12 partidos em 2014. Também aborda a ausência pública de Bolsonaro, descrito no texto como “calado e invisível”.
Conti critica o sistema de representação ao comparar a quantidade de votos necessária para eleger um deputado federal em Roraima e em São Paulo. O texto também contrapõe o número de senadores do Amapá ao de Minas Gerais e chama atenção para a influência de influencers nas campanhas, em lugar dos marqueteiros tradicionais.
A coluna afirma que problemas como pobreza, degradação ambiental, violência e falhas em saúde, segurança e educação não seriam alterados de forma rápida pela eleição. Em outros verbetes, trata da polarização, do pluralismo e do uso de expressões de campanha, incluindo a promessa presidencial de uma postura “porreta”.
O abecedário termina com referências a Roosevelt, Vargas, Michel Temer, ao cargo de vice-presidente e ao governador Romeu Zema, representado pelo verbete “Zzzzz”.
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